Lá quem posta e publica é o visitante. Não perca a opor- tunidade
de mandar alguém,
ou alguma coisa que lhe con- trarie, pra lá!
- - - - - - - - - - - - - -
Minha cadela "TELEMAR", criatura cretina, cínica e vadia! Para lidar com ela é ne- cessário muito
"pulso" e pa- ciência. Toma vergonha ca- chorra! Passa fora, vai deitar!
Tudo estava estranho, micro lento, travando, dando boot aleatoriamente, ficou assim por muito tempo. E aí? O que seria? Tentei tudo, durante todo o dia. De repente, num desse boots não solicitados, verifiquei que o teste de memória acusava o problema. Mais dois boots e novamente a pane, havia alguma coisa errada com os pentes de memória. Irritado e ao mesmo tempo aliviado por ter encontrado o problema, apanhei a chave Phillips e retirei a tampa lateral do gabinete, aí veio a confirmação, realmente era um problemão com os pentes. Fotografei tudo, para que não digam que foi exagero meu. Quando a gente pensa que já passou por quase tudo em informática, acontece uma novidade.
O que a aproximação das férias faz com as pessoas... Elas ficam falantes, escreventes e comentantes! Deve ser algo parecido com a "seratonina", que é disparado no organismo provocando essa repentina mudança. Eulina andava sumida, quando aparecia escrevia pouco, reclamava muito, estava entregue. Agora, subitamente, na véspera das férias, volta elétrica e energizada. Os cientistas dizem que as formas mais comuns de se obter "seratonina" são: sol, sexo, chocolate e malhação. Se esqueceram de incluir as férias, ou será que foi o chocolate da Páscoa?
Extra, extra... Hoje pela manhã, um grande grupo de Tubarões Anequim, aproveitando o lindo dia, resolveu curtir o Sol deitando nas areias de uma praia no Rio de Janeiro. Se divertiam na linda manhã, quando um alerta foi dado: "Humano na areia!" De forma rápida e tumultuada, os tubarões, assustados com as últimas notícias sensacionalistas de ataques de humanos nas areias da praia, cercaram uma humana grávida, que passava próximo da areia, agredindo-a com pauladas, facadas, chutes e pancadas. Depois de arrastada para a água, ainda foi exibida como troféu, numa reportagem da "Global Ocean TV". A pobre humana foi servida mais tarde no jantar da "Tubarada". A gente fica muito triste com o comportamento desses animais, mas, afinal, temos que levar em conta que são seres irracionais.
Vista do "Forte São João", na Urca, tirada do alto do "Pão de Açúcar" ( um show 360 graus). Esse Rio de Janeiro... Como diz a minha amiga Eulina, do blog "Ops... Servatório", com um céu desses e com a beleza natural do Rio, não tem fotógrafo ruim! Muito obrigado "miguinha", Deus tá vendo!
Havia um tempo em que as pessoas, especialmente as de idade mais avançada, recorriam ao famoso "e-mail" para comunicar-se com parentes, amigos e também se utilizavam dele profissionalmente. Para quem não sabe, eletronic mail nada mais era do que correio eletrônico, que os antigos usavam, nos bons tempos da Internet, na fase em que as coisas na rede funcionavam, para trocar mensagens de qualquer espécie. Hoje, com a chegada da modernidade, foram reativados os "c-mail" e "t-mail", duas formas de comunicação muito usadas em outras épocas e que agora retornam com força, após a falência da rede. Como nada funciona atualmente na informática, coisas como mural de recados, e-mails, campo de comentários em blogs, pentes de memória, monitores, hds e outras coisinhas mais, só nos resta agora incrementar o uso do correio convencional (c-mail) e as mensagens enviadas por tambores (t-mails). Lembra daquela carta manuscrita que mandávamos pra vovó? A gente ia aos correios, "tafulhava" a mão na cola, selava, conferia o cep, pagava e via nossa cartinha sumir no meio da multidão de envelopes dentro de um malote. Lembra daqueles sons de tambores, no meio da selva, que chamavam o Tarzan e a macaca pra ajudar a prender os invasores? Nenhuma tribo até hoje foi ao PROCON reclamar do serviço. Pois é, eles nunca deixaram seus usuários na mão. Sempre cumpriram seu papel. Podia demorar um tempão, mas a carta chegava. Com um pouco de sorte, ainda encontrava a vovó viva e com saúde. E o Tarzan? Nunca deixou os índios na mão. Então... Vamos apelar aos modernos usuários de computadores, que esqueçam dessas pragas "internéticas" e geralmente grátis (as pagas também pisam na bola) e comecem a usar formas mais eficientes de comunicação. Aproveitem o som de fundo para treinar interpretação de mensagens por tambor e para exorcizar seus malignos web-serviços. Mizifiu, se o serviço da web é pago ou de graça e não funciona, suncê entrega pro santo, só ele pode dar um jeito!
Esses tambores baterão, até que as coisas voltem ao normal aqui no " Be Happy " ! ! !
Passando de carro, fotografei o canal da Barra, com a Pedra da Gávea ao fundo. Era fim de tarde e o sol já dava sinais de sono, mas ainda emprestava sua luz pra proporcionar essa beleza de cenário.