Lá quem posta e publica é o visitante. Não perca a opor- tunidade
de mandar alguém,
ou alguma coisa que lhe con- trarie, pra lá!
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Minha cadela "TELEMAR", criatura cretina, cínica e vadia! Para lidar com ela é ne- cessário muito
"pulso" e pa- ciência. Toma vergonha ca- chorra! Passa fora, vai deitar!
Na condição de dono do mundo, posso garantir que o Iraque é meu, o povo do Iraque também é meu e a ele agora me dirijo: "minha gente, vou matá-los, mas fiquem certos, é para o seu próprio bem !"
Eu me julgo um dos maiores defensores dos "Direitos Humanos" no mundo e até luto por ele. Acho, apenas, que tais direitos devem ser exercidos por "Seres Humanos" ...
A cada nova notícia que recebo reportando a violência no Rio, sinto meu "angustiômetro" disparar. Agora o caso dessa menina, uma vida radiante de 14 anos, assassinada no metrô. Isso me dá um nó nas tripas, uma revolta danada, uma angústia sem precedentes. Até por saber que esses fatos abalam o emocional da gente por algum tempo e depois caem no esquecimento. Talvez, até por defesa própria, a gente tenda a arquivar mais rápido tais barbaridades, até que surja a próxima, ainda mais terrível. As coisas passam, mas, sem dúvida, levam um pedacinho da gente, seja do corpo físico, através de manifestações de doenças causadas pelo estresse ou mesmo da saúde emocional, roubando o equilíbrio, a autoconfiança, o moral, ou o pique pra se encarar de frente os problemas naturais da vida. Fatalidades existem, sempre foram companheiras da humanidade, mas... aqui no Rio, as "fatalidades" acontecem aos montes, toda hora, todo dia, não são casos fortuitos e sim regra geral. Entra governo, sai governo e a vergonha continua!
Era segunda-feira, dia cretino, já pensei algumas vezes que a semana poderia começar só na terça, mas seria a mesma coisa, o mesmo ranço, o mesmo sono, a mesma falta de vontade, apenas com nome diferente. Mas voltando ao assunto, segunda, cedo, ida para o trabalho, atrasado pra variar, ligado no trânsito e na música que toca no rádio, pensando em como resistir ao longo dia de trabalho que me esperava. Vira aqui, pára ali, direita, esquerda, túnel e ... o carro morre! Bem no meio do túnel, aproveitando ainda o último suspiro, reduzo a marcha e puxo no tranco, ele ameaça pegar e faz aquele barulho de estrebucho, como se fosse uma risada sacana, rindo de quem? De mim é claro. Primeiro medo, o fluxo de carros em velocidade e eu parado, outro medo, de abrir a porta e sair. Sair pra onde? Um cheiro insuportável de monóxido de carbono, um calor infernal e a cabeça confusa. Aí eu lembro de um amigo que trabalha comigo e que faz aquele caminho, pego o celular e ligo pro cara, fora de área, me protejo bem rente à parede do túnel e ligo novamente, chama e nada. Meu celular começa a dar bipes, denunciando o fim de carga da bateria. Sentindo um arrepio ligo de novo e... - Alô! - Cara, eu tô no túnel enguiçado, você já passou por aqui? - Não, estou entrando nele agora! - Eu tô na metade dele, parado, me dá um help e... cai a ligação! "Game is over". Final de bateria. Começo a observar os carros e, após alguns minutos, vejo um deles parando atrás do meu. Era o Igor. Papo vai, papo vem, falta de gasolina. Que coisa, falta de gasolina, inadmissível! Bem... me empurra até a saída, eu estaciono o carro e você me leva até um posto pra comprar gasolina. Dito e feito. No posto o frentista me empresta um recipiente e coloca dois litros de gasolina dentro e eu... cadê o dinheiro? - Igor me empresta cinco pratas que eu te devolvo lá no trabalho. Pago o sujeito do posto, entro no carro e o colega volta pela outra pista do túnel, vai até o final dela e retorna novamente, me deixando de novo junto ao meu carro. Aí eu agradeço, entrego algumas chaves lá do trabalho e peço pra avisar que logo estarei chegando, me despeço e ele parte. Abro o tanque, coloco a gasolina, balanço bem o carro, ligo e... não era falta de gasolina! Ninguém merece! E agora? Sem carro, sem celular, sem dinheiro, todo sujo e... numa segunda-feira ... Garfield, eu concordo com você e vou te plagiar: "eu detesto a segunda-feira!"